Despedidas, ah as despedidas…

Destaque

Despedidas sempre carregam histórias, sentimentos e expectativas diferentes. Na minha vida, por exemplo, cada despedida nova é diferente das que já foram vividas.

Quando estamos diante de grandes decisões da nossa vida, muitas coisas passam pela nossa cabeça. Mudar de emprego, casa, relacionamento, amigos, cidade, país.. enfim, seja lá o que for. Afinal, qualquer mudança é uma despedida, já pararam para pensar?

Acho que quando a gente se dá conta de que qualquer decisão que tomamos na nossa vida vamos nos despedir de algo, começamos a valorizar mais os momentos e aquilo que temos para viver e ser no hoje.

Quando falo sobre “aquilo que temos para viver e ser no hoje”, me refiro aos nossos sonhos, aqueles que são nossos e que as vezes deixamos de lado por medo. Medo de não sermos aceitos ou de não estarmos sendo aquilo que esperam de nós. E pensar assim é um grande erro.

Quando as despedidas estão relacionadas com as nossas mudanças, elas são muito saudáveis, não acham? Afinal é um sinal de que estamos evoluindo, vivendo, experimentado e dando a oportunidade da vida, e da gente mesmo, nos surpreender. Surpreender com momentos incríveis, com aqueles perrengues que mudam a gente e com a realização do nosso sonho de um jeito muito melhor e diferente de como tínhamos imaginado.

Nesse post quis falar sobre as despedidas como uma forma de coragem, daqueles que acreditam e encaram o desconhecido. Despedidas sempre são difíceis, sempre geram medos e aquela vontadezinha de voltar e desistir, mas como William Shakespeare diz “Nossas duvidas são traidoras e nos fazem perder, o que com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar. “

Para aqueles que se interessaram vou deixar a dica de um livro maravilhoso: A Coragem de ser Imperfeito (Autora: Brené Brown). Super Beijos!

Avião, aeroporto e os animais

Muitas pessoas escrevem dicas sobre isso, como fazer e tudo mais. Mas gostaria de relatar a minha versão sobre esse processo (risos).

Não é fácil levar seu animalzinho de estimação para uma longa viagem de avião. Se o voo for doméstico e rápido, tudo é mais tranquilo, afinal ele vai sofrer apenas uma vez e não por muito tempo. Mas se você estiver viajando para longe e com várias conexões, aí é complicado.

Vou falar sobre a minha experiência. Moro no Rio Grande do Sul em uma cidade que fica mais ou menos duas horas de Porto Alegre (cidade onde se encontra o aeroporto internacional). Então minha cachorrinha iniciaria sua viagem de carro até o primeiro ponto de decolagem. Depois de Porto Alegre iríamos para São Paulo, de São Paulo para Atlanta de Atlanta ao nosso destino final, Dallas, nos Estados Unidos.

Antes de tudo isso tive que preparar os documentos dela, o que facilita quando o destino é os EUA. Essa documentação pode ser enviada online o que é uma maravilha para quem não mora na mesma cidade onde o aeroporto está localizado. (Detalhes do processo, documentos e etc vocês encontram no site http://www.agricultura.gov.br) – Ah eles respondem super rápido, o que é muito bom caso temos que modificar ou anexar mais alguma informação.

Prontos os documentos, vamos viajar! Chegando no aeroporto não queriam que ela embarcasse por acharem ela grande para ir na cabine. Aí já não gostei (risos), as companhias aéreas exigem tamanho da casinha e peso, não é verdade? O cachorro tem que conseguir dar uma volta em si e ficar de pé, isso? Isso mesmo. Mas lá na hora resolveram complicar. O peso fechou, os documentos também mas isso quase não deu certo. E despachar ela, jamaisssss!!

Conversamos com eles, e mostramos que por mais “grandinha” que parecesse ela conseguia ficar confortável, e deu certo. Lembrando que isso aconteceu em Porto Alegre. São Paulo e os EUA foi muito tranquilo quanto a isso.

Mas vamos a parte que dói o coração. Para aqueles cachorros que estão acostumados com o avião, desconsiderem essa parte. Mas para a minha que era a primeira vez, não foi muito fácil. No primeiro voo ela ficou bem assustada e com calor, afinal eles tem que ficar embaixo do banco da frente. Nos outros voos ela ficou mais tranquila, porque estavam vazios e deixaram a gente colocar a casinha em cima do banco.

Alguns podem achar besteira, mas pra mim não é (risos), conversem com o cachorro. Ajuda! Nós não demos remédio pra ela, e acho que nem pode. Então dávamos uma águinha, as vezes uns pedaços pequenos de comida (afinal foram 25 horas de viagem). Mesmo ela não querendo fazer, levávamos ela no banheiro do avião com o tapete higiênico para ela se espreguiçar e fazer xixi. Isso é importante, se o voo é demorado tirem eles da casinha e deixem eles se espreguiçarem um pouco e dar uma sacudida. Deve ser terrível ficar todo tempo lá dentro (risos).

Nos aeroportos não podiamos andar com ela na coleira, o que é um saco. Apenas no colo ou dentro da casinha. Então usem os banheiros! Deixem eles soltos la dentro, estendam os tapetes ali. Ou para quem tem acesso as salas vip dos aeroportos, usem elas. Lá é possível deixar o cachorro solto na coleira e dar uma caminhadinha.

Quanto a parte internacional, voamos com a Delta. O que eu super indico! Eles tem até uma área no aeroporto para pets. Ali eles podem fazer as necessidades e ficarem soltos, o que é ótimo. Mas essa área encontrei apenas nos EUA, aqui no Brasil não tem (pelo menos eu não encontrei e ninguém me passou essa informação).

Ah, e uma dica, levem a ração na mala despachada. Assim quando vocês chegarem no destino final não precisam ir desesperados comprar a comida deles. E também tem a possibilidade da marca não ser vendida no país, dai vocês podem começar a acostumar ela com uma nova fazendo a troca aos poucos (misturando a que ela sempre come com a nova).

Espero ter ajudado e se alguém tiver mais alguma dúvida sobre isso, deixem nos comentários! Super beijos!